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Realização

A Associação Cultural Cine Ceará comemora o cinema brasileiro e Iberoamericano, para reconhecer e apoiar novos cineastas, e para aumentar a consciência, acessibilidade e compreensão da arte entre um público amplo e diversificado.

ENDEREÇO

Rua Barão do Rio Branco, 1071, sala 1205/1206 - Centro, Fortaleza - CE, 60025-060

CONTATO

+55 (85) 3062-8648
+55 (85) 3055-3465

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Homenageados

Karim Aïnouz

Karim Aïnouz Nasceu em Fortaleza em 1966. Diretor de cinema, roteirista e artista visual, iniciou sua carreira como corroteirista de filmes como Abril despedaçado (2001) de Walter Salles, Cinema, aspirinas e urubus (2005), de Marcelo Gomes, e Cidade Baixa (2005), de Sérgio Machado. Depois do premiado Madame Satã, seu primeiro longa, vieram O céu de Suely e Viajo porque preciso, volto porque te amo, codirigido com Marcelo Gomes, que estrearam no Festival de Veneza em 2006 e 2009, respectivamente. Em 2011, O abismo prateado, do qual também assina roteiro, teve sua estreia na Quinzena dos Realizadores de Cannes, e recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival do Rio. Em 2014, Praia do futuro, também escrito por ele, estreou no 64° Festival de Berlim. Ainda esse ano participou como codiretor de Cathedrals of culture, documentário que estreou na seção Berlinale Special daquele ano. Na televisão, em 2008, escreveu e dirigiu a série Alice, em parceria com Sérgio Machado, para a HBO América Latina. Seus curtas-metragens e instalações foram exibidos em numerosas mostras e museus no Brasil e no exterior. Desde 2017 é membro da Academia Brasileira de Artes e Ciências Cinematográficas. Em 2018, lançou o documentário Zentralflughafen THF, que retrata a vida de refugiados em busca de asilo político na capital alemã, e teve sua estreia no 68º Festival Internacional de Berlim, no qual ganhou o Prêmio Anistia Internacional. Este ano está lançando seu longa mais recente, A vida invisível, adaptação do romance de Martha Batalha. O filme já ganhou o prêmio Un Certain Regard no Festival de Cannes de 2019.

Lília Cabral

Lilia Cabral Bertolli nasceu em São Paulo. Fez faculdade de Belas Artes e estudou na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Alguns destaques em seu currículo na TV Globo são as novelas “Corpo a Corpo” (1984), “Vale Tudo” (1988), “Tieta” (1989), “Pedra sobre Pedra” (1992), “História de Amor” (1994), “Laços de Família” (2000), “Chocolate com Pimenta” (2003), “Páginas da Vida” (2006), “A Favorita” (2008), seriado “Divã” (2011), “Fina Estampa” (2011), “Império” (2014), “Força do Querer” (2017) e “O Sétimo Guardião” (2018). No cinema, atuou em “Stelinha” (1991), “Dias melhores virão” (1993), “A Partilha” (2000), “Divã” (2008”, “Amor?” (2010), “Julio Sumiu” (2014) e “Maria do Caritó” (2019). Ficou em cartaz durante cinco anos com a peça “Maria do Caritó”, que viajou o Brasil, sempre com sucesso. No teatro, fez grandes espetáculos como “Feliz Ano Velho”, “O Baile de Máscaras”, “Solteira, Casada, Viúva, Divorciada”, “Divã” e “Maria do Caritó”. Foi duas vezes indicada ao Emmy Internacional e conquistou diversos troféus por seu trabalho no teatro, cinema e televisão.

Matheus Nachtergaele

Nasceu em São Paulo em 1968. Ingressou na carreira artística aos 20 anos, começando no teatro onde, a convite de uma amiga, fez um teste para a companhia do diretor Antunes Filho e foi aprovado, em 1989. Aos 22 anos, entrou para a Escola de Arte Dramática da USP, formando-se em 1991. Ganhou notoriedade em 1992 com a companhia Teatro da Vertigem, sob a direção de Antônio Araújo, e teve seu trabalho reconhecido por sua atuação no premiado espetáculo da companhia, Livro de Jó. Seu sucesso o levou à televisão, e aí estreou na minissérie da Rede Globo Hilda Furacão, no papel de Cintura Fina. O sucesso da minissérie o levou a atuação no filme O auto da compadecida, baseado na obra de Ariano Suassuna, no papel do inefável João Grilo, atuação esta que lhe rendeu o Grande Prêmio do Cinema Nacional como Melhor Ator. Desde então, tem feito muitas participações no cinema nacional e, no ano de 2008, estreou como diretor, assinando também o roteiro de A festa da menina morta, sem nunca ter deixado de lado o teatro e a televisão. Muitas vezes como protagonista, Matheus tem trabalhado em numerosos filmes premiados internacionalmente, com diretores como Cláudia Assis, Fernando Meireles, Walter Salles, Bruno Barreto e Lírio Ferreira. Carismático e versátil, é um dos mais queridos atores brasileiros.